Que a esperança seja como
A amanhecer
Porque a luz sempre
Sempre nos conduz
Aos lugares seguros
Que a esperança seja como os lugares
Altos.
Porque nas alturas contemplamos
A distancia e sabemos o destino
A percorrer
Que a esperança brilhe como as estrelas
Que mesmo sendo solitárias na noite,
Ainda assim conseguem brilhar
Aos olhos daqueles que sabem contemplar
Que a esperança seja a força da tua vida.
Alma de diamante
Coração de ouro
Do céu a doce luz
As cores vivas da esperança
A vida com CRISTO é assim
Num acesso de esconder-se
Nas Sombras do onipotente
Encontramos a fonte da luz
O fluir do cristal liquido
O rio de águas vivas
Considere pois esse refugio
Do outro lado da cruz
O CRISTO vivo
Porque NELE temos a vida eterna
O descanso sublime
O desejo intrépido
De ser mais feliz
CRISTO tem a realidade da esperança
A matriz da dessa esperança está somente NELEO outono envelhece as folhas
E minha vida também
Faz com que elas ficam amarela
Atribui ao meu coração saudades
O vento do outono
Leva a folha amarelada
Como as paginas de um ano envelhecido
E prossigo também
O tempo me arrasta
As estações não esperam por mim
Elas vem e voltam
E eu também
Acho que fico mais velho
Quando percebo o tempo passando
E seguindo avante
Deixo o rastro de minhas pisadas
Até seguir pelo deserto das estrelas
Onde a luz flui entre as nuvens
Vou e deixo o espaço para outro seguir
Meu caminho
CJJ
Quero frutificar o amor
O doce amor que faz refletir
Que transmite consolo ao desconsolado
Quero produzir a alegria
A alegria de servir a CRISTO
E nessa abundancia de ser feliz
Viver e morrer sustentado por essa esperança
Quero produzir o fruto da paciência
Para que refletindo a paz
As pessoas possam se sentir melhor
É tempo de ser feliz
Amando e servindo a CRISTO
Incondicionalmente
E viver a plenitude de frutificar
Em todas as estações
Simplesmente.
Viajo no mar da minha vida
Ondas de amor que me fazem andar
A luz das aquarelas esquecidas
Pintadas na noite de luar
Águas azuis cristalinas
Terra e firme e areia do mar
O barco da vida segue em frente
Vou para onde o vento levar
As nuvens que se acolhem lá fora
São asas de pluma a voar
E eu nessas águas turquesas
Entre ondas e açoites a navegar
As ilhas distantes são bregas
O horizonte esconde o limiar
E eu nessa vida correndo
Cortando as águas turbulentas do mar
Sigo em frente entre as folhas da vida
Percorrendo as aguas a deslizar
Buscando um sentido exato pra vida
Vou além do caminho vulgar
Viagem mais que transcendental
Nos ápices do alto nível do mar
Prossigo navegando nas águas
Para no porto seguro da eternidade chegar
CJJ
Quero uma cruz
Não a do modo comum como o mundo vê
Na facha de um templo
Nos túmulos
Na sinalização de um tragédia
Não quero como um pingente
Nem como uma ilustração sem sentido
Não a quero como algo
Que sustente uma superstição
Quero uma cruz para aniquilar meu orgulho
Cravar nela todo meu egocentrismo
Deixar meu espírito livre
De toda e qualquer ilusão mundana
Quero morrer na cruz de JESUS
Para dia após dia, numa entrega absoluta
Viver a vida da ressurreição
Que ELE conquistou para todo o sempre
Lúcido caminho da minha jornada
Entre espinhos no caminho
As flores perfumadas do jardim
Um sonho...
Prosseguir na solidão
Deixando os que não querem ir
Prossigo
A vereda além dos olhos
O coração contempla mais adiante
E por cada passo a frente
A lama da terra negra fica distante
Nas caladas das noites inteiras
No aprisco além da poeira
Meu abrigo é alguém que vive
E muito mais do viver, também reina
Não somente reina no universo
Mas também no meu coração
E, logo após a minha jornada aqui terminar
Seguirei em frente
Tenho uma esperança
Sim, tenho um repouso da alma
E quando o fim desta era chegar
Estarei firme numa eternidade
Ao lado de quem tanto amei
No lado de cá da vida.
Bolhas de cristal reluzente
Planetas incandescentes
A quarta dimensão das esferas
Luzes da lua transparente
O véu dos mil pirilampos
O sétimo cristal da sensibilidade
As chamas azuis ultramar
O vento que vai acalentar
Espelhos da transparência
O sonho a fração do alem
A alma das cores reféns
O céu das flores de veludo
Estrelas e bolhas se cruzam
A incandescência do apocalipse
O céu da efemeridade partido
Eu vivo a vida além
As bolhas no seu vai e vem
Despida a realidade do ser
Implodem as bolhas assim
Flores flutuantes do jardim
O lugar do universo incomum
No Calvário templo derrubado
Alma abatida, cravos cortantes
Triste e injusta cruz
A cruz do SENHOR
Madeiro de dor
Agonia no sofrimento
Campo de sangue derramado
O templo derribado
Três dias se passaram
Dor diluído com a injustiça
O templo derribado é levantado
O tumulo está vazio
Alegria dos discípulos
Manhã de domingo ensolarada
Duas luzes brilham
A luz do sol e a luz da ressurreição
CJJ
Ao Calvario monte de dor
Rio de sangue puro
Surgiu desde os séculos
Como fonte de poder espiritual
Foge a força das trevas
A força do sangue
Que fala com a autoridade
Por este sangue
Recua cada espírito que
Luta contra o evangelho
Sangue do Calvário
Coluna da vida
Sacrifício eficaz
A voz do sangue
Espada que atravessa o cosmos
Linguagem que o inferno respeita
E os céus entende
Sou alma crescida
Folha amarela no tempo
Que transforma a vida
Como a estrela vespertina
Que logo aparece e desaparece
Atrás das montanhas
Minha alma deixou a infância
Vive vagando e se perguntando
Por onde deve andar
Nesses caminhos complexos da vida
Nada mais pode ser tão bom
Do que vaguear ao sabor dos ventos
CJJ
O fio das flores
O pensamento do ser
O ter
O fogo sagrado da vida
O fio do amor
Doce mel dos beijos eternos
A voz do sopro
O silencio da sinfonia das estações
O fogo do amor
Canções quebradas no gelo
O frio da saudade longínqua
O quarto céu acima de mim
O fio que une a sabedoria
Flores que ligam a jornada
A vida tecida entre teias de existência
CJJ
Olho para o infinito e vejo
As flores silvestres e o vento
É tempo de viver
É tempo de contemplar
As mangas estão maduras
As pitangas estão vermelhas
O doce aroma se vê entre os cipestres
O eucalipto e a azaléia
A vida tem seus momentos preciosos
Como se fossem perolas
Ou talvez diamantes lapidados ao vento
Inspiram louvor e a inspiração
As mangas são colhidas
As pitangas coletadas
O vento cessa e o perfume do eucalipto
Enche os frascos do coração
Então o dia se finda
Não é o fim do mundo!
As rosas sempre revelam a certeza
Um dia a mais vamos ter para viver
os ciclos do orvalho são noturnos
Vi aqueles cânticos chorosos
A meia noite do ultimo dia
O dia do ano
Do Armagedom
O lamento das cigarras cantando
As flores do pessegueiro caídas
Oh, canções de lamento
Está passando o tempo
O ano velho está morrendo
Caindo na sepultura do passado
O choro das carpideiras veniais
Orquestra noturna
Lamento da morte do tempo
Ano velho se foi
Alguns acreditam que entrou nos campos Elíseos
Outros preferem a terra do esquecimento
Ou o sheol dos relógios de sol
As canções apenas ecoam
Tristes lamentos das carpideiras
O tempo se foi,
Desde então sinto apenas saudades
CJJ
A ação dentro de mim
Imagino para criar












